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14 de março de 2011
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Existe o "Apagão na mão-de-obra" na construção civil no Brasil?

Construção civil vive apagão de mão-de-obra qualificada

Coordenação: Métrica Industrial

Essa é a opinião de 96% dos leitores que responderam à pesquisa da Grandes Construções, realizada na semana passada. Para eles, o Brasil enfrenta uma escassez de profissionais. Para 80% dos respondentes do levantamento, o problema se concentra na área técnica, principalmente pela falta de engenheiros e tecnólogos.

E as soluções propostas? Notem que menos de 10% apostam na importação de mão-de-obra especializada, uma iniciativa já levantada por vários setores industriais nos últimos tempos

 

Veja os comentários de alguns participantes da pesquisa

Ben-Hur Maynard
Investir na educação, valorizar o profissional da educação.

Tarcisio Chaves Simões
conforme comentários especificos

José Maria Alves de Souza
Precisamos de mais educação, mesmo para o pessoal de apoio.

Valter Bolin
O momento atual é de Apagar Incendio, porém o "Crescimento sustentavel" somente será alçançado se em conjunto com o Governo Federal iniciarmos solidos programas de formação de mão de obra, é a parcela de responsabilidade do segmento de construção é acompanhar / coordenar que os investimentos nesta area sejam direcionados para assuntos / temas que realmente estejam integrados a realidade dos canteiros.

Cecilio Abrao Junior
O caminho é a educação e o planejamento da infraestrutura do pais.

Karim Abud Mauad
Deveríamos buscar profissionalização , na formação de mão de obra , usando aposentados para mesclar teoria e prática em todos os níveis de formação. não esquecer que 95% do universo de empresas no brasil , são pequenas e ainda fazem construção civil , de forma artesanal e não totalmente industrial. este fato por si só , justica facilitar acesso a tecnologias para todos.

Rinaldo Barreira
Verificar com mais critério os cantidatos para as vagas, sua capacitação seu desempenho, sua criatividade, comprometimento e, vontade de trablhar no setor, será que estão selecionando profissionais? Ou interesseiros em vagas? Mudar completamente este modelo de abordagem e seleção para atraírem excelentes profissionais, ou futuros profissionais para um setor que é a "alavanca" do país.

Ródine Serapião
As empreas e as universidades e escolas ténicas devem se aproximar, porque nas salasde aula encontra-se mão de obra que não enontra o elo que o leve aomercadode trabalho.

Ismael Divino de Lima
Acho que as empresas deveriam enviar seus integrantes para as escolas profissionalizantes e subsidiarem as despesas durante os CURSOS, pois isso é tambem benéfico para a EMPRESA. Abraços a todos Ismael

Wilson Carlos Abreu Junior
Para atender a demanda de obras, muitas funções de oficiais e em especial no almoxarifado serão escassas em curto prazo.

Yuri
esse apagão só é real no Brasil, porque as empresas buscam a contratação de profissionais já formados, se derem oportunidade para estagiários e os treinassem adequadamente, com certeza Brasil seria um grande celeiro de mão de obra especializada para a construção civil.

Roberto Peres Martins
Estamos passando por uma fase de desenvolvimento muito superior ao que estamos preparados, ou seja, despreparo desde o poder publico, escolas, universidades e principalmente a falta de interesse dos cidadãos para acompanhar esse desenvolvimento.

Mario Agert
O que se observa amplamente é um despreparo generalizado em todos os níveis de qualificação fruto de, praticamente, mais de 20 anos de crises econômicas. Pessoas foram formadas e jamais exerceram as suas profissões. O ensino é cada vez mais frágil e completamente dissociado da realidade: um país (e o mundo) em transformação e não se sabe o que fazer. Por exemplo: escolas técnicas com mestres e doutores que não conhecem a composição química do cimento mas possuem teorias sofisticadas sobre modernas construções com novos materiais. Vão ensinar (e aprender) sobre o quê? É necessário realizar uma revolução na educação aliando o conhecimento popular ao conhecimento das novas tecnologias e processos. Ou seja, colocar em pé de igualdade mestres, doutores e cientistas juntamente com pessos comuns (sem titulações) mas com amplos conhecimetos do "como fazer e porque fazer". Caso contrário vamos continuar sendo um país do futuro (que nuca se torna presente).

Wilson de Mello Jr
Somente quando as empresas começarem a investir em educação através de convênios com universidades e com entidades sérias e que conseguiremos atingir um novo patamar de nossa mão de obra.Exemplos como a universidade Vale , Petrobras projeto ACREDITAR da Odebrecht entre outros devem ser divulgados e valorizados para formação de novos profissionais gabaritados e evitarmos a importação de mão de obra estrangeira.

Valdir Mendes
Acredito que há falta de integração entre as empresas, pois não há um aproveitamento contínuo dos profissionais, especiamente aos términos de contratos. Grandes construtoras, com diversas obras, deixam de aproveitar um bom profissional ao dispersa-lo no final de algum de seus empreendimentos. Falta um sistema de cadastro mais amplo, um sistema que centralize curriculos, referencias e contatos, onde as empresas possam procurar de maneira segura e objetiva. Atualmente, monta-se uma boa equipe, através da rede de indicação, formada pelos próprios trabalhadores, que vão recrutando, indicando, enviando curriculos, contatos telefonicos. São muitos os profissionais que aguardam uma oportunidade de emprego, mas barram na falta de referêncial para sua indicação.

Antonio Henrique dos Santos
Com o apagão muitos estão se aproveitando para explorar o custo da mão de obra, e que é pior as empresas não estão conseguindo repassar esses custos em seus orçamentos devido a concorrencia desonesta e a falta de uma fiscalização em obras irregulares pelos menos é o que esta acontecendo no interior de São Paulo.

Alvide Moreira
Na realidade não é um "apagão" da mão de obra especializada, mas sim uma deficiência quantitativa em função da retomada do crescimento, cuja solução está na melhoria qualitativa dos profissionais ativos que assumirão as funcões especializadas, ao mesmo tempo que se investe na formação de mão de obra que está chegando para o mercado para preencher as vagas que forem surgindo em função da ascenção qualitativa dos atuais profissionais.

Ismael Alves de Almeida
Muitas vezes o emcarregado numca viu o equipamento em funcionamento e ate exige "manobras" absurdas ;ate mesmo se o operador nao ofizer estara expulso da obra no dia ;isso ninguem pega no pÉ

Zilmar Santiago da Silva
Com o crescimento apresentado nos últimos anos, notamos a falta de mão de obra especializada principalmente na Construção civil(área predial). Investimentos imediatos e maior integração entre: escola,estado e iniciativa privada para qualificação e treinamento de novos funcionarios.

Almir Onofre da Silva
Além de trabalhar em uma empresa privada sou professor de escola tecnica na CEETEPS do governo de SP. O governo já está investindo muito nas escolas tecnicas.Nunca se abriram tantas escolas tecnicas como agora. O que falta é uma parceria entre as escolas e as empresas.Trabalhamos nas escolas com equipamentos velhos e sem condiçoes.Então acredito que esta integração entre a escola e empresas seria muito bom para o aluno e as empresas poderiam repassar algum recurso para a compra de novos equipamentos.

Helvécio Avelar
O incentivo para que ingressem nas áreas necessitadas é também uma solução. hoje temos um grande numero de desempregados porém com um nível de capacitação baixa, isto impede que novos técnicos / tecnólogos ocupem estas necessidades no mercado

Celia Maria Matheus
Dar incentivo as empresas que treinam os funcionarios, tipo prazo de pagamento de impostos diferenciados, descontos etc...

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