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06 de março de 2019
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EMPRESAS

Covestro eleva dividendos após forte desempenho de negócios em 2018

Considerada uma das maiores empresas mundiais de polímeros, os volumes principais da empresa subiram 1,6% e as vendas totais cresceram 3,4% para 14,6 bilhões de euros.
Fonte: Assessoria de Imprensa

A Covestro obteve fortes resultados em 2018, mesmo com desafios crescentes ao longo do ano.

Considerada uma das maiores empresas mundiais de polímeros, com as atividades voltadas para a produção de materiais de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana, a empresa teve como resultado em que os volumes principais subiram 1,6% e as vendas totais cresceram 3,4% para 14,6 bilhões de euros.

Após um quarto trimestre mais fraco, a Covestro não pôde atingir o patamar de lucro do ano anterior, marcado por um ambiente comercial excepcionalmente positivo.

Apesar da baixa dos preços de venda, aliada a margens em declínio no segundo semestre, a Covestro gerou um Ebitda (Earnings Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization) de 3,2 bilhões de euros, 6,8% abaixo do ano recorde de 2017.

A receita líquida atingiu 1,8 bilhão de euros (-9,3%). Com base nesse desempenho, a Covestro planeja elevar os dividendos em cerca de 9% para 2,40 euro por ação (ano anterior: 2,20 euro).

“A demanda por nossos materiais de alta tecnologia se mantém intacta. Esse é um forte alicerce para o nosso crescimento rentável no longo prazo, especialmente em um ambiente de mercado cada vez mais desafiador”, explica o CEO Markus Steilemann.

“Lançamos iniciativas estratégicas importantes em 2018 para promover ativamente essa trajetória de crescimento. Elas incluem investimentos em segmentos comerciais específicos com potencial de demanda acima da média e foco reforçado em eficiência.”

Maior demanda e margens menores

Em um ano instável, a Covestro atingiu resultados sólidos também em números importantes em 2018.

O fluxo de caixa operacional livre (FCO) caiu para 1,7 bilhão de euros devido a investimentos em alta.

Com 29,5%, o retorno sobre o capital empregado (ROCE) ficou bem acima da média plurianual. A dívida financeira líquida manteve o nível baixo de 348 milhões de euros no final do ano fiscal de 2018.

“O ano de 2018 foi de sucesso para a Covestro, mesmo que, após um início forte, não tenhamos chegado perto do nosso ano recorde de 2017 no geral”, afirma Thomas Toepfer, CFO da Covestro.

“Os últimos dois anos foram marcados por margens atipicamente altas. Para 2019, esperamos que a demanda continue a crescer; no entanto, as margens cairão significativamente devido à pressão competitiva.”