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15 de maio de 2019
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TENDÊNCIAS

Mais de 50% das lojas de material de construção no Brasil não tem gestão profissionalizada

Raio-X do setor aponta que 57% das lojas não possuem sistemas de gestão, equipes uniformizadas e nem gestores capacitados
Fonte: Assessoria de Imprensa

A Juntos Somos Mais, primeiro ecossistema do segmento de varejo da construção civil que envolve empresas, lojas e profissionais da obra e que pretende transformar o setor, apresenta um raio-X segmentando as lojas de materiais de construção de acordo com seu nível de maturidade.

A empresa é detentora do maior programa de fidelidade do varejo de materiais de construção, o Juntos Somos Mais, que funciona como um plano de benefícios para lojistas, seus vendedores e profissionais da obra, e do maior marketplace B2B do setor.

Segundo a Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco), o varejo da construção brasileiro movimenta mais de R$ 100 bilhões ao ano por meio de aproximadamente 150 mil lojas de materiais de construção. O setor é formado, majoritariamente, por pequenos e médios comerciantes, dentre os quais 50% têm mais de 20 anos de experiência.

O estudo da Juntos Somos Mais classificou as lojas de materiais de construção do Brasil em classes A, B/C e D/E – similares às utilizadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para estratificar a população de acordo com o status socioeconômico – e constatou que há amplo espaço para a modernização e profissionalização desses estabelecimentos.

As "classes" criadas pela empresa para mensurar o nível de profissionalização dos varejistas são baseadas em fatores como atendimento, sistemas de informação e profissionalização dos vendedores.

O raio-X conclui que os estabelecimentos se encontram majoritariamente (57%) nas Classes D/E, enquanto 31% estão nas Classes B/C e somente 11% podem ser considerados como pertencentes à Classe A em termos de maturidade de gestão.

A gestão familiar é adotada em 87% das lojas analisadas – dentre as quais mais da metade (51%) não têm profissionais capacitados para atuar no varejo. Além disso, apesar de 93% das lojas possuírem computador e internet, apenas 33% contam com leitor de código de barras e 45% possuem software de gestão.

Quando analisadas estritamente as lojas classificadas como D/E, os números são impactantes.  Nenhuma dessas lojas possui gestão profissionalizada e apenas 30% possuem gestão familiar com alguma capacitação.

Por sua vez, apenas 13%  delas utilizam software de gestão, contra 85% das lojas nas classes B/C. Com relação ao time de vendas, apenas 28% das lojas D/E possuem equipe uniformizada, parcela que chega a90% nas lojas classificadas como B/C.