27 de junho de 2019
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TÉCNICAS

Mayekawa conclui retrofit no terminal portuário de Navegantes, SC

Sistema de retrofit em terminal portuário, garante 20% de eficiência energética e redução em serviços de manutenção
Fonte: Assessoria de Imprensa

A Mayekawa do Brasil, empresa que atua na área de refrigeração industrial, finalizou em abril passado, seu processo de retrofit na Iceport, o frigorífico da Portonave, o primeiro terminal portuário privado do país.

Localizado na cidade de Navegantes, em Santa Catarina, o terminal iniciou suas operações em outubro de 2007 e é atuante no escoamento da produção das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil e de outros países da América do Sul e no recebimento de cargas de todo o mundo.

Com um importante diferencial competitivo, a Portonave possui um Terminal Frigorífico, a Iceport com câmara frigorífica totalmente automatizada, com seis transelevadores, e capacidade estática de 16 mil posições pallets.

Além de uma antecâmara com 13 docas para o recebimento das cargas. Ao todo são 50 mil m² de área para armazenagem.

Toda esta estrutura necessita de 2.000.000 Kcal (capacidade frigorífica) ou cerca de 670 TR para armazenagem adequada das cargas.

“Com um apelo inicial para aumento de capacidade de frio e diminuição do consumo de energia, a Iceport nos procurou para atingir este objetivo. Fomos até lá, analisamos o sistema, estudamos todas as variáveis de funcionamento e diagnosticamos que o sistema pedia e deveria ter mais”, informa o engenheiro de projetos, Ricardo Alberto César.

Após apresentação de um estudo completo de viabilidade, a Mayekawa do Brasil assinou o retrofit executado recentemente na empresa. César explica que o sistema, composto por quatro compressores, trabalharia de forma mais eficiente se os quatro motores fossem trocados e acrescentassem dois inversores de frequência.

“O motor elétrico que foi adquirido na época não tinha adequação para funcionamento na área portuária, já que o ambiente é mais agressivo por causa da maresia, o que favorece a corrosão interna dos equipamentos”.

Para o vendedor técnico da multinacional japonesa, Cecílio Duarte da Silva, que atua no Departamento de Melhorias, Automação e Eficiência Energética e na mesma equipe de César, a questão de eficiência energética era só um item que poderia e deveria melhorar.