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03 de setembro de 2020
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Mercado imobiliário tem alta expressiva em SP

As 4.341 unidades residenciais negociadas representaram o maior resultado para o mês desde 2004
Fonte: Metro Jornal

Um dos setores com melhor taxa de recuperação em meio a pandemia, o imobiliário cresceu 45% na cidade de São Paulo em julho na comparação com junho. Os dados fazem parte de levantamento do Secovi-SP (Sindicato da Habitação).

As 4.341 unidades residenciais negociadas representaram o maior resultado para o mês desde 2004, quando o estudo começou a ser feito. Em relação ao mesmo período de 2019, a alta foi de mais de 20%.

O segmento sentiu o impacto da pandemia a partir da segunda quinzena de março com a impossibilidade das visitas aos imóveis e as incertezas geradas no período. Em junho teve início uma recuperação gradual, que ganhou força em julho, de acordo com o presidente do sindicato, Basílio Jafet.

"Em junho, os estandes reabriram e as pessoas puderam voltar a pensar em adquirir a casa própria. Já julho, primeiro mês cheio com os estandes abertos, apresentou um resultado excepcional porque trouxe as pessoas que deixaram de adquirir nos meses anteriores."

Com a recuperação acentuada em julho, o acumulado dos primeiros sete meses do ano ficou apenas 9% abaixo do mesmo período do ano passado.
O paulistano Rafael Barreiro aproveitou o momento e comprou um apartamento no centro da cidade. Ele destaca que as baixas taxas de juros foram...


Um dos setores com melhor taxa de recuperação em meio a pandemia, o imobiliário cresceu 45% na cidade de São Paulo em julho na comparação com junho. Os dados fazem parte de levantamento do Secovi-SP (Sindicato da Habitação).

As 4.341 unidades residenciais negociadas representaram o maior resultado para o mês desde 2004, quando o estudo começou a ser feito. Em relação ao mesmo período de 2019, a alta foi de mais de 20%.

O segmento sentiu o impacto da pandemia a partir da segunda quinzena de março com a impossibilidade das visitas aos imóveis e as incertezas geradas no período. Em junho teve início uma recuperação gradual, que ganhou força em julho, de acordo com o presidente do sindicato, Basílio Jafet.

"Em junho, os estandes reabriram e as pessoas puderam voltar a pensar em adquirir a casa própria. Já julho, primeiro mês cheio com os estandes abertos, apresentou um resultado excepcional porque trouxe as pessoas que deixaram de adquirir nos meses anteriores."

Com a recuperação acentuada em julho, o acumulado dos primeiros sete meses do ano ficou apenas 9% abaixo do mesmo período do ano passado.
O paulistano Rafael Barreiro aproveitou o momento e comprou um apartamento no centro da cidade. Ele destaca que as baixas taxas de juros foram um incentivo. “Eu e minha esposa estávamos olhando há um tempo e com a chegada da pandemia nós paramos. No fim de agosto, tomamos coragem, fizemos uma visita e fechamos o negócio."

As taxas de juros, que estão no patamar mais baixo da história, possibilitam que mais famílias tenham acesso ao financiamento habitacional. Elas também levam os investidores a buscar os imóveis como opção de aplicação. Para o segundo semestre de 2020, a expectativa do Secovi-SP é de que as vendas se mantenham no mesmo nível do ano passado.