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19 de novembro de 2020
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Ministro Marcos Pontes enfatiza a importância do desenvolvimento sustentável para o Brasil

Nas áreas de construção e mineração, por exemplo, Pontes citou a demanda constante pelo desenvolvimento de novas tecnologias e novos materiais, especialmente, aqueles que podem ser alocados para uma economia circular
Fonte: Assessoria de Imprensa

O segundo dia do movimento BW Expo, Summit e Digital 2020 foi aberto pelo ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), Marcos Pontes, que enfatizou que o desenvolvimento sustentável é uma das prioridades da pasta, por isso, em conjunto com outros Ministérios, tem realizado ações em diversas áreas envolvendo o tema.

Nas áreas de construção e mineração, por exemplo, Pontes citou a demanda constante pelo desenvolvimento de novas tecnologias e novos materiais, especialmente, aqueles que podem ser alocados para uma economia circular, ou seja, reaproveitando esses materiais de forma economicamente viável.

“Isso é obtido por meio da pesquisa e inovação. E o MCTI está à disposição para contribuir nesse desenvolvimento, trazendo inovações para o mercado, a fim de termos na prática as construções sustentáveis”.

O ministro relembrou que o desenvolvimento sustentável demanda o envolvimento de todos, com o MCTI no meio de todo esse sistema para alcançar resultados positivos para o país e para o planeta. “Como astronauta, pude ver como estamos ligados e interdependentes nessa espaçonave chamada Terra”, comentou.

Sobre a BW Expo, Summit e Digital 2020, Pontes ponderou que o evento vai discutir essas...


O segundo dia do movimento BW Expo, Summit e Digital 2020 foi aberto pelo ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), Marcos Pontes, que enfatizou que o desenvolvimento sustentável é uma das prioridades da pasta, por isso, em conjunto com outros Ministérios, tem realizado ações em diversas áreas envolvendo o tema.

Nas áreas de construção e mineração, por exemplo, Pontes citou a demanda constante pelo desenvolvimento de novas tecnologias e novos materiais, especialmente, aqueles que podem ser alocados para uma economia circular, ou seja, reaproveitando esses materiais de forma economicamente viável.

“Isso é obtido por meio da pesquisa e inovação. E o MCTI está à disposição para contribuir nesse desenvolvimento, trazendo inovações para o mercado, a fim de termos na prática as construções sustentáveis”.

O ministro relembrou que o desenvolvimento sustentável demanda o envolvimento de todos, com o MCTI no meio de todo esse sistema para alcançar resultados positivos para o país e para o planeta. “Como astronauta, pude ver como estamos ligados e interdependentes nessa espaçonave chamada Terra”, comentou.

Sobre a BW Expo, Summit e Digital 2020, Pontes ponderou que o evento vai discutir essas novas tecnologias e o avanço da pesquisa básica que traz o conhecimento necessário para o seu desenvolvimento. “A partir de eventos como esse, temos o encontro e a discussão de ideias, que trarão ótimos resultados para o país”.

Na sequência, o senador Major Olímpio afirmou que a maior conscientização sobre a preservação do meio ambiente começou faz pouco tempo, há cerca de 40 anos, quando as autoridades públicas buscaram estabelecer legislação e mecanismos de fiscalização para que houvesse a perda dos diversos ecossistemas que existem no país. Contudo, segundo ele, o setor privado despertou antes do meio público, por isso hoje são muitas empresas que buscam certificações e selos de qualidade em relação a preservação do meio ambiente e investem na cultura do meio ambiente.

Em seu depoimento, o senador comentou sobre a poluição do Rio Tietê como um marco de vergonha, porque rios em outros centros urbanos foram recuperados, como o Tâmisa (Londres) e o Sena (Paris). “Estamos com vários programas de despoluição do rio, mas eles ainda são tímidos perto do que precisamos alcançar”.

Por fim, sobre a questão do bioma Amazônia, Major Olímpio enfatizou que “quem tem que cuidar e ser responsável pela Amazônia, pela integridade territorial e pela preservação do meio ambiente é o governo brasileiro. A ajuda externa é sempre eficaz e não devemos recusá-la, mas o comando, o controle e a coordenação são do governo brasileiro”.