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04 de junho de 2020
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Novas tecnologias reduzem impacto ambiental na construção civil

O Grupo A.Yoshii reduziu em 65% a geração de resíduos, em um dos processos construtivos, com a mudança para o uso da alvenaria racionalizada
Fonte: Assessoria de Imprensa

No dia 5 de junho é comemorado o Dia Mundial do Meio Ambiente. Em 2020, a data será histórica, ano em que vivemos uma pandemia global, e algumas boas notícias demonstram que o planeta está passando por uma série de impactos positivos devido à baixa atividade humana causada pelo isolamento social.

Durante os últimos meses, em todo o mundo, foram verificadas mudanças na qualidade do ar e da água.

De acordo com a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), houve queda de 50% na poluição do ar na cidade de São Paulo já na primeira semana após o início da quarentena.

A pandemia da Covid-19 vem alertando ainda mais para os cuidados que devemos ter com o meio ambiente se queremos ter um futuro saudável no planeta. Por isso, ações voltadas à proteção da natureza são cada vez mais utilizadas dentro da construção civil.
De acordo com uma pesquisa da Associação Brasileira para Reciclagem de Resíduos da Construção Civil e Demolição (Abrecon) o Brasil produz, por ano, cerca de 87,2 milhões de metros cúbicos de resíduos de construção civil, o equivalente a 22% do volume útil armazenado do Reservatório Cantareira (sem considerar reserva técnica).

O pa...


No dia 5 de junho é comemorado o Dia Mundial do Meio Ambiente. Em 2020, a data será histórica, ano em que vivemos uma pandemia global, e algumas boas notícias demonstram que o planeta está passando por uma série de impactos positivos devido à baixa atividade humana causada pelo isolamento social.

Durante os últimos meses, em todo o mundo, foram verificadas mudanças na qualidade do ar e da água.

De acordo com a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), houve queda de 50% na poluição do ar na cidade de São Paulo já na primeira semana após o início da quarentena.

A pandemia da Covid-19 vem alertando ainda mais para os cuidados que devemos ter com o meio ambiente se queremos ter um futuro saudável no planeta. Por isso, ações voltadas à proteção da natureza são cada vez mais utilizadas dentro da construção civil.
De acordo com uma pesquisa da Associação Brasileira para Reciclagem de Resíduos da Construção Civil e Demolição (Abrecon) o Brasil produz, por ano, cerca de 87,2 milhões de metros cúbicos de resíduos de construção civil, o equivalente a 22% do volume útil armazenado do Reservatório Cantareira (sem considerar reserva técnica).

O país gera por dia 290 mil toneladas de entulho, o suficiente – se esse material desperdiçado fosse reciclado – para construir 2.134 estádios do Maracanã.

O setor da construção civil é hoje o responsável por grande parte do volume de resíduos sólidos gerados em meios urbanos com grande impacto ambiental, e as construtoras vivem o desafio de reduzir tal posição. Entre os itens mais desperdiçados nas obras estão entulhos como concreto, bloco cerâmico e argamassas.

Atuando há 55 anos no mercado de construção civil, o Grupo A.Yoshii vem implantando em suas obras projetos sustentáveis e economicamente viáveis.

Para reduzir o uso desses materiais, os engenheiros buscam soluções com menor impacto durante a cadeia produtiva, aplicando melhorias e alterando alguns processos.

“Utilizamos a alvenaria racionalizada em nossas obras, uma metodologia para elevação das alvenarias dos empreendimentos para melhorar a configuração dos blocos. Isso permite que as instalações (elétrica, hidráulica, ar condicionado, gás, etc.) sejam embutidas na alvenaria sem a necessidade de cortes dos blocos, reduzindo a geração de resíduos em 65%, em um dos processos construtivos, com a mudança para o uso da alvenaria racionalizada, aproveitando melhor a matéria-prima”, conta o engenheiro ambiental do Grupo, Wellington Luiz de Oliveira.

Em todos os empreendimentos da A.Yoshii são utilizadas tecnologias para racionalizar o consumo, como: aeradores em torneiras; vaso sanitário com acionamento de dual flush; utilização de sensores de presença no sistema de iluminação; uso de vidros de fachada que apresentam eficiência energética; reuso de água pluvial, entre outros.

A construtora adotou, afirma o executivo, ao longo dos anos, diversas práticas para diminuir os impactos da indústria da construção civil ao meio ambiente, além de incentivar os colaboradores a inovarem continuamente buscando as melhores práticas para a execução dos serviços, alinhados à sustentabilidade corporativa.
“O futuro da construção é a busca por processos mais industrializados e tecnológicos, para que os recursos sejam utilizados de forma mais racional, com redução dos desperdícios em canteiros de obra”, ressalta.