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01 de outubro de 2020
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'Podemos esperar muitos leilões de infraestrutura em 2021', garante ministro

Em evento on-line realizado na última terça-feira (29), o Ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, disse que 30 ativos estão em análise no TCU
Fonte: Assessoria de Imprensa/Redação

De acordo com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, a infraestrutura vai ser uma alavanca importante para a retomada em 2021.

“Teremos muitos leilões no próximo ano. Atualmente, são 30 ativos em análise no Tribunal de Contas da União (TCU)”, comentou durante a Paving Virtual, evento do setor viário e rodoviário. "Isso representa mais de R$ 70 bilhões em investimentos. E não é difícil supor que vamos chegar à meta de contratar R$ 250 bilhões de investimentos até 2022."

Ele lembrou que o Ministério já fez 32 leilões de concessão até o momento, mantendo-se ativo durante a pandemia. “O que nós mudamos naquilo que tínhamos planejado antes da pandemia?", indagou-se o ministro. "A resposta é: absolutamente nada.”

Com isso, ele afirmou que o Ministério chegou a setembro com 93% do orçamento executado, o que corresponde a 66 obras entregues até o momento. “Se o ano acabasse hoje, já teríamos entregue mais de uma obra por semana”, acrescentou.

Freitas ressaltou que um dos pilares do trabalho atual realizado pelo Ministério é justamente a transferência massiva de ativos para a iniciativa privada, aliviando o orçamento e buscando vincular o processo de ...


De acordo com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, a infraestrutura vai ser uma alavanca importante para a retomada em 2021.

“Teremos muitos leilões no próximo ano. Atualmente, são 30 ativos em análise no Tribunal de Contas da União (TCU)”, comentou durante a Paving Virtual, evento do setor viário e rodoviário. "Isso representa mais de R$ 70 bilhões em investimentos. E não é difícil supor que vamos chegar à meta de contratar R$ 250 bilhões de investimentos até 2022."

Ele lembrou que o Ministério já fez 32 leilões de concessão até o momento, mantendo-se ativo durante a pandemia. “O que nós mudamos naquilo que tínhamos planejado antes da pandemia?", indagou-se o ministro. "A resposta é: absolutamente nada.”

Com isso, ele afirmou que o Ministério chegou a setembro com 93% do orçamento executado, o que corresponde a 66 obras entregues até o momento. “Se o ano acabasse hoje, já teríamos entregue mais de uma obra por semana”, acrescentou.

Freitas ressaltou que um dos pilares do trabalho atual realizado pelo Ministério é justamente a transferência massiva de ativos para a iniciativa privada, aliviando o orçamento e buscando vincular o processo de concessões à remodelagem regulatória.

Segundo ele, não há outro caminho para a área. “Realmente, não adianta ficar brigando todos os anos para receber somente 6% do orçamento, enquanto a iniciativa privada tem muito dinheiro", ponderou Freitas.

"O investidor está em busca de estabilidade, contratos mirando longo prazo e taxas de retorno. E temos capacidade de oferecer tudo isso, proporcionando um retorno real de 8% a 11% ao ano. Além disso, existem hoje no mundo US$ 17 trilhões com juros negativos investidos em, por exemplo, instrumentos do tesouro, que não estão dando retorno e podem vir para a área de infraestrutura nacional”, completou.

O ministro também ressaltou a importância de finalizar as obras de infraestrutura em andamento.

“Teremos novas obras no próximo ano para combater mazelas antigas", disse Freitas, destacando que obra barata é obra rápida. "Mas nosso foco está naquelas que estão rodando, porque num cenário de pouco recurso não podemos pulverizar o dinheiro em um monte de projetos e não finalizar.”