01 de agosto de 2019
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ARTIGO

Transformação digital, entre o crescimento e as dúvidas

Os investimentos e projetos de transformação digital aumentaram quase 50% de 2016 a 2018, mais ainda há muitas empresas que consideram não estar preparadas para avançar neste sentido
Fonte: Assessoria de Imprensa

Falar de transformação digital deixou de ser, nos últimos anos, um tema do futuro. Os programas e investimentos, sejam integrais ou focados, têm aumentado vertiginosamente nos últimos meses, a ponto de se converterem em uma necessidade do presente.

A quantidade de organizações que reconheceram estar implementando uma “estratégia de transformação digital” aumentou de 29% em 2016 a 42% em 2018.

Com estas novas demandas de inovação e de adaptação em termos tecnológicos, o setor de TI está cada vez mais alinhado e integrado às áreas de negócios.

O objetivo é, portanto, transformar a maneira através da qual se relacionam com os clientes, os funcionários e os parceiros de todo o negócio, até o interior de cada grupo e entre os grupos, para liderar processos de melhoria contínua nas operações comerciais, causar disrupção em mercados e negócios existentes através da criação de novos modelos e formas de trabalho.

Por este motivo, a necessidade de encarar processos de transformação digital revela-se também como o desafio mais complexo que os executivos de TI enfrentam, seja para introduzir novos produtos e serviços digitais, como para idealizar novas formas de monetização.

Mas a ideia de digitalizar as empresas não só está relacionada ao objetivo de comercializar novos produtos e serviços, como também ao de poder estabelecer uma nova forma de interação com o cliente, muito mais adaptável a suas demandas, e de posicionar-se no mercado, para capitalizar cada mudança que for produzida: desde a melhora da experiência do consumidor, tanto nas plataformas digitais quanto nos pontos de vendas tradicionais, até as alternativas novas de negócios.

A conclusão, portanto, é que qualquer organização, de qualquer indústria, pode converter-se em uma empresa digital.

No entanto, há uma diferença substancial entre aquelas organizações que levam adiante um processo de transformação digital e aquelas que não se animam ou não podem dar o primeiro passo. Essa diferença se reflete, de acordo com a pesquisa, na autopercepção que as empresas têm sobre sua capacidade de inovar.