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domingo - 26 de maio de 2013
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Marcelino Rafart de Seras, presidente da companhia, disse aos analistas, em teleconferência, que a postergação de investimentos em suas rodovias, anunciada ontem, ocorreu devido a “ajustes nos projetos”.
No balanço, a empresa havia informado que houve redução de investimentos nas estradas de 22,5%, para R$ 437,6 milhões. A adequação foi influenciada, principalmente, pelo adiamento de obras para 2013 na Ecopistas, Ecovias dos Imigrantes e Ecocataratas, além de economias nas deste ano.
Em logística, o outro segmento de atuação da companhia, estão previstos R$ 73,4 milhões de investimentos, uma redução de 59,5% diante dos R$ 181,1 milhões considerados anteriormente.
Segundo a Ecorodovias, isso é devido, principalmente, à reavaliação dos investimentos para o Ecopátio Cubatão, Ecopátio Imigrantes e Ecopátio Viracopos.
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O único aumento do capex foi causado pela injeção de R$ 35,4 milhões no investimento estimado para 2012 devido à incorporação do Tecondi.
Novas concessões
O presidente da empresa espera que as licitações do pacote de concessões em infraestrutura, a ser lançado pelo governo federal neste mês, sejam realizadas em cerca de um ano – pela necessidade de estudos por parte do governo. Seras disse, no entanto, que as concessões ainda irão demandar estudos.
“Quando há cinco, seis concessões, participamos de [somente] uma, de maneira qualificada”, afirmou. De acordo com o executivo, a Ecorodovias poderá buscar parcerias com outras empresas para participar da licitação.
Seras informou também que a companhia pode se financiar para novos projetos. Segundo ele, a Ecorodovias trabalha com o limite de endividamento de três vezes para a relação da dívida líquida sobre Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização). Atualmente, esse indicador está em 2,3 vezes.
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