|
|
terça-feira - 21 de maio de 2013
|
Na opinião do diário, Belo Monte é uma “barragem gigante da discórdia”, uma “metáfora impressionante das contradições do nosso tempo.
“De um lado, o dinamismo da sexta maior economia do mundo, suas necessidades energéticas gigantescas, seu desejo de desenvolver suas regiões mais pobres e oferecer empregos a dezenas de milhares de brasileiros. De outro, a proteção das tribos indígenas, ameaçadas de serem expulsas das terras onde vivem há tempos imemoriais, e a proteção da bacia amazônica, que não é apenas o pulmão da América do Sul, mas do mundo.”
O jornal acha que o que o consócio Norte Energia, que constrói a hidrelétrica, ofereceu aos índios – fornecimento de veículos e construção de escolas e postos de saúde é pouco. “Mas já se sabe, infelizmente, como terminam frequentemente a fábula do pote de ferro contra o de barro”.
20-05-13 - Espanha promove participação de suas empresas...
Dentro do diário, uma reportagem diz que a decisão judicial para que a obra fosse interrompida “não é a primeira nem será a última” na história de Belo Monte, mas “é um marco histórico na saga judiciária da barragem”.
A decisão argumenta que, diferentemente do que foi aprovado no Congresso, a lei exige um estudo do impacto ambiental antes do lançamento do projeto, e não depois.
![]() |
|
Desenvolvido e atualizado por Diagrama Marketing Editoral - Apoio editorial: Revista Grandes Construções. Reprodução apenas com permissão dos editores e com o devido crédito. |
|