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sábado - 25 de maio de 2013
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De acordo com a empresa, uma possível paralisação, decorrente da decisão judicial da 5ª Turma do TRF-1, “trará consequências negativas e imprevisíveis para a matriz energética brasileira, com a necessidade de acionamento de termoelétricas a óleo, bem mais poluidoras e com custos muitas vezes mais caros do que a energia de Belo Monte”, afirmou a empresa em nota.
O consórcio ainda atenta para o fato de que muita gente foi envolvida no projeto e ameaça dispensá-los em caso de paralisação das obras. “Mais de 20.000 trabalhadores ficarão imediatamente desempregados incluindo aí aqueles terceirizados, os lotados nas obras do entorno, na construção de escolas, postos de saúde, estradas, além daqueles que atuam nos programas socioambientais”, afirmou a companhia em nota.
Outra preocupação do consórcio é a possibilidade de os processos judiciais atrasarem a construção por muito tempo, já que pode passar o período de estiagem, o que gera o risco de obras como a ensecadeira, por exemplo, não serem concluídas a tempo.
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A usina está localizada no Pará, e já teve R$ 5 bilhões de investimentos aplicados de um total previsto em R$ 26 bilhões. A Norte Energia diz ter respeitado os direitos dos indígenas da região do Xingu, e afirma que as obras só tiveram início depois de “rigorosamente cumpridas todas as exigências legais”, em junho de 2011.
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