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sábado - 25 de maio de 2013
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O presidente da Empresa de Pequisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, rechaçou a ideia de que a redução da fatia de energia vendida para o mercado livre no leilão das cinco hidrelétricas, que será realizado no mês que vem, possa significar falta de energia para esse mercado.
Tolmasquim ressaltou que as usinas já leiloadas, como Santo Antônio e Jirau, ainda não conseguiram vender sua energia para o mercado livre. Nesses dois empreendimentos, a regra estipulava 70% para o mercado cativo e 30% para o livre. Agora as regras definidas para o leilão das cinco usinas destinam apenas 15% para os consumidores livres.
"Para o mercado livre hoje há grande excedente de energia e não adianta ficar inundando o mercado livre, onde tem uma porção de gerador descontratado, se tem uma demanda no mercado cativo", frisou Tolmasquim, que participou da Conferência Hidroeletricidade Sustentável, no Rio de Janeiro. "É uma questão de equilíbrio", acrescentou.
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Tolmasquim garantiu ainda que o setor elétrico terá uma sobra de 6 mil megawatts (MW) médios em 2014, no caso de um crescimento da economia na casa de 5% ao ano. Segundo ele, a sobra permite um crescimento de 7% ao ano para o país.
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