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15 de julho de 2016
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Rodovias - Rodoanel Norte

Ganho para a Logística

Os principais benefícios proporcionados pelo Rodoanel serão o desvio e a distribuição do tráfego de passagem, sobretudo de caminhões, para o entorno da Região Metropolitana de São Paulo, principalmente na ligação Norte e Sul do País, melhorando o fluxo nas marginais e tendo como consequência a melhoria do trânsito dos veículos de transporte coletivo e individual; a garantia de acesso mais ágil ao Porto de Santos; a redefinição da plataforma logística de transportes da Região Metropolitana de São Paulo, de radial para anelar; a redução de 23% do VDM (volume diário médio) de caminhões na Marginal Tietê, o que representa 18.300 caminhões por dia, tendo como consequência a melhoria do trânsito dos veículos de transporte coletivo e individual, além de eliminar e/ou minimizar o tráfego de passagem na cidade de São Paulo.

O Rodoanel deverá articular as 10 grandes rodovias que convergem para a capital do Estado de São Paulo: Rodovia dos Imigrantes, Via Anchieta, Via Anhanguera, Rodovia dos Bandeirantes, Rodovia Presidente Dutra, Rodovia Ayrton Senna, Rodovia Castello Branco, Rodovia Raposo Tavares, Rodovia Régis Bittencourt e Rodovia Fernão Dias.A redução do tempo dispendido no tráfego da Região Metropolitana, por sua vez, impactará na diminuição do uso de combustíveis fósseis e consequentemente da emissão de poluentes. O empreendimento como um todo ajudará na infraestrutura dos transportes rodoviários do Estado de São Paulo e tem metas na redução do custo de transporte de mercadorias; na agilidade no escoamento da produção; na   melhoria da qualidade de vida;  na preservação ambiental e desenvolvimento econômico.

Toda a Região Metropolitana de São Paulo será beneficiada, em especial: Santana do Parnaíba, Cajamar, Francisco Morato, Franco da Rocha, Caieiras, Mairiporã, Santa Isabel, Arujá, Guarulhos e São Paulo. Os principais benefícios para a população serão:

Desviar e distribuir o tráfego de passagem, sobretudo de caminhões, para o entorno da região metropolitana de São Paulo, principalmente na ligação Norte e Sul do País, melhorando o fluxo nas marginais tendo como consequência a melhoria do trânsito dos veículos de transporte coletivo e individual.

O Rodoanel permitirá a redução de 23% do VDM (volume diário médio) de caminhões na marginal Tietê, o que representa 18.300 caminhões por dia (conclusão da obra) e a redução de 6% a 8% da emissão


Os principais benefícios proporcionados pelo Rodoanel serão o desvio e a distribuição do tráfego de passagem, sobretudo de caminhões, para o entorno da Região Metropolitana de São Paulo, principalmente na ligação Norte e Sul do País, melhorando o fluxo nas marginais e tendo como consequência a melhoria do trânsito dos veículos de transporte coletivo e individual; a garantia de acesso mais ágil ao Porto de Santos; a redefinição da plataforma logística de transportes da Região Metropolitana de São Paulo, de radial para anelar; a redução de 23% do VDM (volume diário médio) de caminhões na Marginal Tietê, o que representa 18.300 caminhões por dia, tendo como consequência a melhoria do trânsito dos veículos de transporte coletivo e individual, além de eliminar e/ou minimizar o tráfego de passagem na cidade de São Paulo.

O Rodoanel deverá articular as 10 grandes rodovias que convergem para a capital do Estado de São Paulo: Rodovia dos Imigrantes, Via Anchieta, Via Anhanguera, Rodovia dos Bandeirantes, Rodovia Presidente Dutra, Rodovia Ayrton Senna, Rodovia Castello Branco, Rodovia Raposo Tavares, Rodovia Régis Bittencourt e Rodovia Fernão Dias.A redução do tempo dispendido no tráfego da Região Metropolitana, por sua vez, impactará na diminuição do uso de combustíveis fósseis e consequentemente da emissão de poluentes. O empreendimento como um todo ajudará na infraestrutura dos transportes rodoviários do Estado de São Paulo e tem metas na redução do custo de transporte de mercadorias; na agilidade no escoamento da produção; na   melhoria da qualidade de vida;  na preservação ambiental e desenvolvimento econômico.

Toda a Região Metropolitana de São Paulo será beneficiada, em especial: Santana do Parnaíba, Cajamar, Francisco Morato, Franco da Rocha, Caieiras, Mairiporã, Santa Isabel, Arujá, Guarulhos e São Paulo. Os principais benefícios para a população serão:

Desviar e distribuir o tráfego de passagem, sobretudo de caminhões, para o entorno da região metropolitana de São Paulo, principalmente na ligação Norte e Sul do País, melhorando o fluxo nas marginais tendo como consequência a melhoria do trânsito dos veículos de transporte coletivo e individual.

O Rodoanel permitirá a redução de 23% do VDM (volume diário médio) de caminhões na marginal Tietê, o que representa 18.300 caminhões por dia (conclusão da obra) e a redução de 6% a 8% da emissão de CO veicular (gases de efeito estufa) na região metropolitana de São Paulo – Rodoanel como um todo (fonte: Avaliação Ambiental Estratégica do Rodoanel).

Tempo perdido

Segundo reportagem do jornal O Estado de São Paulo, sob ameaça de rompimento de contrato, o consórcio formado pelas empreiteiras Mendes Júnior e Isolux retomaram as obras do lote 1 do Trecho Norte do Rodoanel, que ficaram paralisadas um mês. Segundo a empresa Desenvolvimento Rodoviário S/A (Dersa), contudo, “o ritmo das atividades ainda é baixo”. No dia 6 de maio, a Dersa notificou as empreiteiras depois que uma vistoria constatou “desmobilização de equipamentos e de mão de obra” e ameaçou romper o contrato, assinado em 2013 no valor de R$ 647,6 milhões. Em 2015, o mesmo consórcio já havia paralisado a obra por dois meses.

Em carta enviada à Dersa, o consórcio projetava retomar a obra ontem após o recebimento de R$ 6,3 milhões, referentes aos serviços feitos em abril. Até a paralisação da construção, as empreiteiras haviam executado 38% da obra.  A construção do Rodoanel Norte, que terá 47,6 km de extensão, está dividida em seis lotes, em contratos que somam R$ 3,9 bilhões. A promessa é entregar o último trecho do anel viário em março de 2018. A Dersa, porém, não descarta novo atraso caso o contrato seja rescindido. Os consórcios pressionam a estatal a assinar um aditivo, elevando o custo dos serviços em R$ 716 milhões. A companhia decidiria sobre o valor do reajuste em maio, mas adiou a decisão por três meses após a Polícia Federal abrir investigação sobre suposto superfaturamento de serviços para beneficiar as construtoras.

 

 

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