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04 de julho de 2017
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Semana das Tecnologias Integradas

Vedar para não estressar

O conhecimento dos tipos e aplicações de vedações — bem como a execução do projeto impermeabilizante em harmonia com os outros projetos envolvidos na edificação — são essenciais para evitar gastos com restaurações que chegam a 50% do custo da obra. A importância da implantação de sistemas de impermeabilização em obras e o caráter crucial da observância a normas técnicas que têm como meta garantir a estanqueidade das estruturas e a vida útil das edificações foram alguns dos pontos do módulo de palestras Sistemas de Impermeabilização, realizada no último dia do Sobratema Summit 2017.

Na primeira apresentação, conduzida pelo diretor do IBI — Instituto Brasileiro de Impermeabilização, José Miguel Morgado, ficou claro para o público como a adoção de sistemas impermeabilizantes tem grande influência não só na qualidade da obra, mas também na administração dos patrimônios de uma construtora. Pesquisa da instituição mostra que o custo da implantação de um sistema de impermeabilização na edificação representa em média de 1% a 3% do custo total da obra, considerando projeto, consultoria, fiscalização, execução e materiais. No entanto, todos os transtornos estruturais advindos da ausência de materiais impermeabilizantes ou de sua aplicação incorreta podem fazer com que os gastos para a realização de restauros e reformas posteriores à conclusão da obra disparem para algo entre 40% a 50% do custo total.

“A infiltração de água acarreta uma série de patologias como corrosão de armaduras, eflorescência, degradação do concreto e argamassa, curtos circuitos etc, gerando altos custos de manutenção e recuperação”, salientou Morgado. Estes problemas podem estar na raiz de doenças respiratórias que acometem os ocupantes dos imóveis. Morgado lançou mão de uma pesquisa de 2008 da construtora Método para ilustrar a deficiência institucionalizada da construção civil brasileira com relação a sistemas impermeabilizantes: problemas no combate a infiltrações foram responsáveis por 32% de todas as chamadas de sua assistência técnica naquele ano.

A instalação de um projeto de impermeabilização, segundo Morgado, deve obedecer à norma 9575, publicada pela Associação Brasileiras de Normas Técnicas — ABNT em 2010 e que dispõe sobre todas as fases do projeto, sobre especificações quanto aos tipos de materiais impermeabilizantes disponíveis e as aplicações de cada


O conhecimento dos tipos e aplicações de vedações — bem como a execução do projeto impermeabilizante em harmonia com os outros projetos envolvidos na edificação — são essenciais para evitar gastos com restaurações que chegam a 50% do custo da obra. A importância da implantação de sistemas de impermeabilização em obras e o caráter crucial da observância a normas técnicas que têm como meta garantir a estanqueidade das estruturas e a vida útil das edificações foram alguns dos pontos do módulo de palestras Sistemas de Impermeabilização, realizada no último dia do Sobratema Summit 2017.

Na primeira apresentação, conduzida pelo diretor do IBI — Instituto Brasileiro de Impermeabilização, José Miguel Morgado, ficou claro para o público como a adoção de sistemas impermeabilizantes tem grande influência não só na qualidade da obra, mas também na administração dos patrimônios de uma construtora. Pesquisa da instituição mostra que o custo da implantação de um sistema de impermeabilização na edificação representa em média de 1% a 3% do custo total da obra, considerando projeto, consultoria, fiscalização, execução e materiais. No entanto, todos os transtornos estruturais advindos da ausência de materiais impermeabilizantes ou de sua aplicação incorreta podem fazer com que os gastos para a realização de restauros e reformas posteriores à conclusão da obra disparem para algo entre 40% a 50% do custo total.

“A infiltração de água acarreta uma série de patologias como corrosão de armaduras, eflorescência, degradação do concreto e argamassa, curtos circuitos etc, gerando altos custos de manutenção e recuperação”, salientou Morgado. Estes problemas podem estar na raiz de doenças respiratórias que acometem os ocupantes dos imóveis. Morgado lançou mão de uma pesquisa de 2008 da construtora Método para ilustrar a deficiência institucionalizada da construção civil brasileira com relação a sistemas impermeabilizantes: problemas no combate a infiltrações foram responsáveis por 32% de todas as chamadas de sua assistência técnica naquele ano.

A instalação de um projeto de impermeabilização, segundo Morgado, deve obedecer à norma 9575, publicada pela Associação Brasileiras de Normas Técnicas — ABNT em 2010 e que dispõe sobre todas as fases do projeto, sobre especificações quanto aos tipos de materiais impermeabilizantes disponíveis e as aplicações de cada um, bem como o planejamento, no momento da execução do projeto, referente às suas interfaces com outros sistemas que compõem a estrutura. “Um profissional não pode desconhecer normas técnicas antes de realizar uma obra. São quase 20 normas apenas para impermeabilização”, avisa Morgado.

É no projeto executivo que a construtora, baseada nas informações fornecidas pelos fabricantes e aplicadores de impermeabilizantes, irão compilar um manual de uso que irá dizer ao usuário em que estruturas ele deve realizar a manutenção — laje, piscinas, caixa d’água — e de quanto em quanto tempo. “A consecução fiel destas recomendações é crucial para que as vantagens de um projeto de impermeabilização sejam sentidas: menor custo final, maior tempo de vida útil do revestimento e valorização do patrimônio”, conceitua Morgado.

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