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08 de abril de 2021
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Construção gera 46 mil novos empregos em fevereiro

Mas contratos do setor exigem reequilíbrio, alerta Odair Senra, presidente do SindusCon-SP
Fonte: Assessoria de Imprensa

A indústria da construção brasileira abriu 46.469 empregos em fevereiro, acumulando no primeiro bimestre 87.348 novos postos de trabalho formais.

Os dados são do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados em 30 de março pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia.

De março de 2020 a fevereiro de 2021, a construção abriu 133.887 novos empregos, um aumento de 6,01%. Foi o segundo setor que gerou o maior número de postos de trabalho formais nestes 12 meses, atrás da indústria (+175.216 vagas) e na frente de comércio (+117.460), agropecuária (+94.156) e serviços (-107.893).

De acordo com Odair Senra, presidente do SindusCon-SP, o crescimento do emprego na construção neste ano ocorre em obras iniciadas em função dos contratos firmados no ano passado.

“No entanto, devido ao aumento excessivo e não previsto dos preços dos materiais, estes contratos exigem reequilíbrio econômico-financeiro, o que a indústria da construção está buscando neste momento para não ser forçada a interromper obras e deixar de gerar empregos.”

Nas atividades imobiliárias, o saldo entre admissões e contratações em fevereiro foi positivo: 1.752 novos postos...


A indústria da construção brasileira abriu 46.469 empregos em fevereiro, acumulando no primeiro bimestre 87.348 novos postos de trabalho formais.

Os dados são do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados em 30 de março pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia.

De março de 2020 a fevereiro de 2021, a construção abriu 133.887 novos empregos, um aumento de 6,01%. Foi o segundo setor que gerou o maior número de postos de trabalho formais nestes 12 meses, atrás da indústria (+175.216 vagas) e na frente de comércio (+117.460), agropecuária (+94.156) e serviços (-107.893).

De acordo com Odair Senra, presidente do SindusCon-SP, o crescimento do emprego na construção neste ano ocorre em obras iniciadas em função dos contratos firmados no ano passado.

“No entanto, devido ao aumento excessivo e não previsto dos preços dos materiais, estes contratos exigem reequilíbrio econômico-financeiro, o que a indústria da construção está buscando neste momento para não ser forçada a interromper obras e deixar de gerar empregos.”

Nas atividades imobiliárias, o saldo entre admissões e contratações em fevereiro foi positivo: 1.752 novos postos de trabalho com carteira assinada, acumulando 3.735 empregos no bimestre.

Estoque

Ao final de fevereiro, a construção empregava 2.360.508 trabalhadores com carteira assinada no país, aumento de 1,88% em relação ao final de janeiro.

Já o saldo entre admissões e demissões entre todos os setores da atividade econômica no país resultou na abertura de 401 mil empregos em fevereiro, um recorde para este mês, segundo o Ministério da Economia.

Por Estados

Das vagas abertas pela construção em fevereiro, 12.745 registraram-se no Estado de São Paulo.

Além de São Paulo, os Estados que mais empregos abriram no setor no mês foram Minas Gerais (8.040), Paraná (4.961), Santa Catarina (2.839), Bahia (2.813), Rio de Janeiro (1.930), Ceará (1.831), Rio Grande do Sul (1.692) e Goiás (1.254).

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