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14 de outubro de 2021
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Índice ABCR apresenta queda de 0,6% em setembro

No acumulado do ano, o índice total aumentou 10,9%
Fonte: Assessoria de Imprensa

O índice ABCR referente a setembro de 2021 diminuiu 0,6% no comparativo com agosto, considerando os dados dessazonalizados.

O fluxo pedagiado de veículos leves apresentou queda de 0,9% e para o fluxo de pesados, retração de 2,1%.

O índice que mede o fluxo pedagiado de veículos nas estradas é construído pela Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias-ABCR juntamente com a Tendências Consultoria Integrada.

Comparado ao mesmo período de 2020, o índice total avançou 1,9%. O fluxo pedagiado de veículos leves avançou 2,9%, enquanto o fluxo de pesados diminuiu 0,6%.

Nos últimos doze meses, o índice total acumula avanço de 6,5%, fruto do avanço de 8,1% dos veículos pesados e de 5,9% dos veículos leves.

“Os dados referentes a setembro demonstram os efeitos negativos da paralisação dos caminhoneiros sobre o fluxo de veículos, evidenciado pela variação do segmento de pesados”, afirma Andressa Guerrero, analista da Tendências Consultoria.

“Entretanto, os efeitos do evento são pontuais e não devem ser estendidos nos próximos resultados”, prossegue.

Na comparação anual, o fluxo de leves exibe melhor desempenho, fruto do progresso relacionado ao quadro s...


O índice ABCR referente a setembro de 2021 diminuiu 0,6% no comparativo com agosto, considerando os dados dessazonalizados.

O fluxo pedagiado de veículos leves apresentou queda de 0,9% e para o fluxo de pesados, retração de 2,1%.

O índice que mede o fluxo pedagiado de veículos nas estradas é construído pela Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias-ABCR juntamente com a Tendências Consultoria Integrada.

Comparado ao mesmo período de 2020, o índice total avançou 1,9%. O fluxo pedagiado de veículos leves avançou 2,9%, enquanto o fluxo de pesados diminuiu 0,6%.

Nos últimos doze meses, o índice total acumula avanço de 6,5%, fruto do avanço de 8,1% dos veículos pesados e de 5,9% dos veículos leves.

“Os dados referentes a setembro demonstram os efeitos negativos da paralisação dos caminhoneiros sobre o fluxo de veículos, evidenciado pela variação do segmento de pesados”, afirma Andressa Guerrero, analista da Tendências Consultoria.

“Entretanto, os efeitos do evento são pontuais e não devem ser estendidos nos próximos resultados”, prossegue.

Na comparação anual, o fluxo de leves exibe melhor desempenho, fruto do progresso relacionado ao quadro sanitário e aumento dos indicadores de mobilidade.

“Neste contexto, a retomada do setor de serviços de turismo e lazer presenciais às famílias impulsiona o fluxo de leves”, diz a analista.

Já o fluxo de pesados foi penalizado pela paralisação das atividades durante a greve dos caminhoneiros.

“Além disso, o segmento enfrenta barreiras ligadas ao campo industrial, diante do aumento de custos de produção e escassez de insumos”, conclui.

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